sábado, 30 de maio de 2009

GRUPO

Integrantes:

Alinhar ao centroEvanice Vasconcelos Ra: 0812996
Maria Isabel Ra: 0813245
Natália Aparecida Ra: 0813285
Neli A. Perfeito Ra: 0813264
Rivanilton Rodrigues Ra: 013104
Nós como futuros educadores devemos respeitar e aprender a valorizar as DIFERENÇAS.






RESULTADOS





Quarta semana

  • Verificar os resultados da inclusão.
  • Observar as expressões.
  • Discutir o resultado do trabalho, se continua ou não.
  • Caso necessário, a continuação da sala contratar profissionais especializados na área.

Terceira semana

Observar a integração: criança - criança, professor - criança e criança - professor.

Segunda semana
  • Divisão dos alunos deficientes por sala.
  • Máximo dois alunos por sala.
  • Reunião com todos professores das séries das 1ª, 2ª, 3ª e 4ª para planejar as atividades para os alunos.

Nosso Planejamento

Primeira semana
  • Reunião com os professores , para expor as idéias de inclusão.
  • Reunir os pais para deixá-los a par das mudanças.
  • Apresentação dos alunos a todas as salas.
  • O implantamento imediato dos intervalos, juntos aos demais alunos.

O que queremos?

  • Queremos superar os problemas da exclusão da sala de deficientes
  • Devido a falta de profissionais da área de inclusão as crianças e os professores acabam ficando dispersos e perdidos.
  • Pontos mais graves:
  • Ausência de materiais específicos, para deficientes.
  • Alunos isolados dos demais alunos.
  • O não aprofeitamento do espaço oferecido.
  • Professores sem motivação de trabalhar .
  • Consequentemente alunos desmotivados.

Quem somos?

  • Pedagogos preocupados com sala especial da escola E. E. de 1º grau Jacyra Moya Martins Carvalho.

Inclusão nas Escolas

Nosso projeto foi baseado na Resolução CNE/CEB N°2 de 11 de setembro de 2001.

Art 2º Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.

Art. 3º Por educação especial, modalidade da educação escolar, entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica.